domingo, 28 de junho de 2009

...uma escolha ruim para filmes...

Vamos comentar algo bem rápido...

Nas madrugadas desse fim de semana, deu para assistir dois filmes: "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" e "Juventude Rebelde".

"Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" é um filme com o conhecido Jim Carrey, o que o torna um tanto chato. O ator interpreta o protagonista da história de uma forma bem desprezível. Resumindo: um drama com um ator de comédia. Rídiculo. Talvez, o único filme que tenha feito e fuja um pouco desse panorama seria "Número 23". Uma atuação até que um pouco considerável, mas nada de especial. Voltando ao filme, acho que o pouco que este chama atenção é em relação a forma que o diretor trabalha as cores (que revelam uma forte relação com a Teoria das Cores e com o psicológico dos personagens nas diversas situações passadas no filme), a linearidade do longa e só. Nada de tão chamativo, na minha opinião. (ATUALMENTE, DISCORDO DESSE MEU MODO DE VER. VIDE: BLOG ALUNO)

"Juventude Rebelde". Tosco. Simplesmente tosco.
Talvez o diretor tivesse em mente criar um longa do estilo de "Thirteen", cuja protagonista é a grande Evan Rachel Wood, mas o filme é horrível. Atores bem tosquinhos, cenas ridículas, sensacionalistas. O longa apresenta todos os tipos de drogas imaginadas, armas, sexo, etc. O problema não é mostrar isso, mas a maneira que o apresenta. Chato. Tosco. Não assistível. Previsível. Cansativo.

No final, o fim de semana não rendeu muito.
Filmes podres, perda de tempo, dinheiro jogado fora e sono atrasado.
O que salvou foram as tardes mesmo, mas as madrugadas de filmes...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

E.R. Ultima temporada



Chega ao fim a série E.R. depois de 15 anos de exibição. Talvez, muitos tenham desistido de assisti-la devido seu elevado número de episódios, mas uma coisa é certa: essa 15ª e última temporada não é como muitos outros dramas simplórios. Vou ser bem direto: para mim, E.R. é o seriado que possui os melhores atores, o mais bem produzido e muito bem dirigido. E o que chama muito a atenção é a direção de fotografia. Perfeita. Mas para que isso não se torne apenas subjetivo. Vamos a algo mais argumentativo.

Durante a temporada, muitos atores das temporadas passadas voltam às telas e isso traz uma emoção diferente. A não linearidade de cada episódio torna a temporada mais chamativa. A mistura entre passado, presente e futuro é muito clara e quebra com a mesmice da maioria dos seriados de querer apresentar tais tempos de maneira progressiva. O uso de diferentes simbolos, icones e indices durante todo o seriado é bastante interessante. A metalinguagem entre o seriado e o que se passa dentro dele é um tanto difícil de entender, mas muito criativo. Até mesmo, as roupas das personagens durante cada episódio apresentam as diferentes situações que cada médico passa. Cores complementares se misturam. Por exemplo, o verde da roupa de médico e o sangue constantemente visto. As várias cenas contínuas, também chamadas de "steadycam shots", de até 30 segundos são bastante vistas.Além disso, algo que pode chamar a atenção é o número de atores renomados que apareceram durante o seriado e, principalmente, seu produtor e diretor: nada mais, nada menos, que o grande Steven Spielberg e o velho conhecido Michael Crichton, respectivamente. Forrest Whitaker, que atuou em "O Último Rei da Escócia" e ganhou o oscar de melhor ator no ano retrasado, aparece na 13ª temporada. George Clooney aparece nas primeiras temporadas na maioria de seus episódios atuando como médico do E.R. Don Cheadle que aparece em "Onze homens e um segredo" e "Hotel Ruanda" também aparece no meio do seriado. Outros nomes que podem ser vistos e que chamam a atenção pelas suas atuações são: Shane West ("Ray"), Parminder Nagra ("Neela"), Paul McCrane ("Dr. Romano"), Eriq La Salle ("Peter Benton"), Noah Wyle ("John Carter"). Vai uma dica para aqueles que gostam de seriados, dramas, etc. Não se preocupem em assistir as 15 temporadas, pois isso demoraria um ano para assisti-la hahaha. Mas seria bom que vocês conhecessem um pouco os personagens de cada temporada, não tendo que assisti-las inteiras.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Filmes para um final de semana

Fim de semana prolongado...
voltando para a cidade natal...
velhos amigos, velha cidade, nada para fazer e...filmes.

No ultimo fim de semana, deu pra assistir alguns filmes:
- Adeus Lênin!
- Um Dia de cão
- Nacho Libre
- A Troca
- O Lutador
- The Visitor
- Persepolis

Enfim, vamos comentar um pouco a respeito, um pouco mesmo. Não vou fazer uma sinopse para cada um. As que você pode achar no google são muito mais fáceis de entender e, muito provavelmente, melhores do que as que eu poderia fazer, acredito eu.

"Adeus Lênin!" é um filme que eu nunca consegui assistir inteiro. Talvez, já tenha tentado umas três ou quatro vezes assisti-lo por inteiro, mas só agora consegui. Um filme interessante, mas, como muitos dos filmes alemães, o longa apresenta uma trajetória sem muitos altos e baixos: uma linearidade em que não há tantos conflitos e faz com que o filme pareça um pouco monótono. Mesmo com esse estilo um tanto diferente, o filme não deixa de ser bom. Uma boa ajuda para aqueles que querem saber mais de História para passar no vestibular.

"Um dia de cão" é um filme antigo, um tanto chato. O diretor parece que tenta estender uma narrativa que não possui tanta emoção, enchendo-a de linguiça. Uma história estranha, mas verídica. Não gostei muito, mas algo que chamou-me a atenção é a atuação do protagonista que é interpretado por Al Pacino (na época, deveria ter seus 30 e poucos anos, o que torna o filme algo desvinculado do que vemos hoje).

"Nacho Libre" é a terceira vez que eu assisto. A atuação de Jack Black é interessante, da mesma forma que assim o foi em "Escola de Rock". Muitos o consideram chato e sem graça, mas o filme é agradável. O longa não segue aquela linha de comédias que apresentam drogas, sexo e palavras toscas para ser algo divertido. Muito pelo contrário, é uma história quase que infantil, mas muito interessante. Recomendo, apesar de meus amigos terem criticado muito.

"A Troca" é mais um filme de Clint Eastwood, cheio de emoção e tensão. Para aqueles que gostam da Angelina Jolie como "Tomb Raider", podem ir tirando o cavalinho da chuva. Ela interpreta uma mãe que perde seu filho e passa a procurá-lo com a esperança de achá-lo vivo. Não vou negar, em muitas partes do filme, eu a via e pensava "Como Angelina Jolie sem ser Tomb Raider é tosca". Sua atuação é mais interessante que os ultimos filmes que eu assisti("O Procurado", "Tomb Raider"), mas não chega a ser espetacular. De outra forma, entretanto, Clint Eastwood apresenta um longa que chama a atenção e que, na minha opinião, é bem melhor do que "Gran Torino". Não sei se não gostei da sua direção em "Gran Torino" ou de sua atuação. Deixando um pouco de lado isso, insisto: recomendo "A Troca" para suas férias.

"O Lutador" é mais um filme de Darren Aronofsky. O diretor parece ter perdido um pouco de suas marcas nos ultimos filmes, "O Lutador" e "Fonte da Vida", mas não há de se negar que "O Lutador" é um bom filme. Recomendo, mas antes de assisti-lo, dêem uma olhada em "Pi", "Requiem para um Sonho" e "Fonte da vida". "Pi" é um típico filme que todos consideram "cult": o filme termina, você pensa e percebe que não entendeu nada, mas lembrem-se que uma pensadinha ajuda de vez em quando. A respeito de "Requiem para um sonho" e "Fonte da vida", não há o que comentar.Assistam. Muito bom.

"The visitor" é um filme que faz você pensar na vida, mas não é muito bom. Uma história simples, até mesmo previsível. Talvez, seja bom assisti-lo pensando em Sessão da Tarde, mas nada além disso.

"Persepólis" é uma auto-biografia de Marjane Satrapi. Uma animação. Dentre todos os filmes que assisti nesses tempos, acredito que este seja o que mais chamou me a atenção. Fotografia perfeita. Animação muito bem trabalhada. Narrativa muito bem elaborada. Recomendo, recomendo mesmo.

Espero que ajude nos dias de chuva...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

"Foge, Nicky, foge!"



"É tão fácil intelectualizar Deus, reconhecer o Seu poder sem sequer experimentá-lo, acreditar na sua supremacia sem sequer apelar para que Ele faça coisas poderosas na nossa presença. Nós o vemos com nossa mente, mas não com o coração. Nunca abraçamos o poder que pregamos como sendo verdadeiro. Não clamamos a Deus para se mover poderosamente em nossa presença - pegar nossa pequenina fé e usá-la para erguer uma montanha da sua fundação e lançá-la nas profundezas do mar."

(Foge, Nicky, foge!)

Uma boa leitura para as férias...

sábado, 6 de junho de 2009

Perdão



De repente, o peso se desintegrou nas suas palavras
O que carregava os nossos olhares desapareceu
E o nosso presente do passado se desvinculou

No final do dia, os grilhões se quebraram
O cinismo se revelou ateu
E o pensamento permeiou a consciência

Os pontos incongruentes entraram em um acordo
Não entenderam a razão
Fecharam os olhos e foram tomar uma xícara de café.
Por enquanto, apenas uma xícara de café.

Texto e foto: André Katayama