quinta-feira, 23 de julho de 2009

Um pouco de fé...

Você já se perguntou qual o tamanho da sua própria fé? Creio que esse auto-questionamento não se resume a uma ou outra pessoa, mas a todo ser humano, em geral.

Creio que as pessoas têm um cronograma: quando crianças vivem muito a base do emocional, quando universitárias muito a base do racional, e a partir daí cada um passa a viver da forma que lhe cai melhor. Lembrando que essa teoria tem suas várias exceções e que pode ser mais adequada ao pessoal de humanas e de exatas.

Racional. Nossa, como isso me sustentou. Na hora de estudar para provas da faculdade, base racional. Quando me sondava, base racional. No momento de interpretar a bíblia, base racional. Entretanto, mesmo vivendo às custas do racionalismo, eu me perguntava o porquê de existirem pessoas que conseguiam viver tanto por meio da fé. Desde Davi e Abraão até Madre Tereza, Billy Graham, etc.

Não acreditava que minha fé era algo tão interessante de se explicar. Não tinha fé nem na minha própria fé. Achava que minha fé era a menor de todas, algo entediante. Pensava que minha fé não era nada diante do meu racional. O questionamento quanto a fé e o racional persistia.

(...)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

...e mais filmes.


Ontem, deu para assistir três filmes:

- Hannibal
- Eu sou a Lenda
- O Homem Elefante

Mais uma vez, vou tentar ser breve, sem me preocupar em criar sinopses ou algo do gênero...

Dessa vez, tive a sorte de assistir a três filmes bons. "Eu sou a Lenda" é a terceira vez que assisto. A atuação de Will Smith é surpreendente. Mas o filme deve ser visto como uma trama que se revela mais interessante partindo de um caráter psicológico.

"Hannibal" é bom, bastante interessante. A atuação de Anthony Hopkins é muito chamativa. Os signos apresentados no início do filme são utilizados para representar outros durante o resto do longa. A história não é nada de muito especial depois que você assiste a "Seven" e outros filmes desse gênero, mas no final "Hannibal" é interessante.

"O Homem Elefante" é bom. Muito bom. Esse filme, sim, é muito interessante. Feito em 1980, o que nos chama a atenção é o fato de ser feito em preto de branco. Na época já existiam filmes coloridos, mas a opção do diretor David Lynch em fazê-lo dessa forma traz uma sensação diferente, um olhar inovador mesmo que expresso por meios retrógrados. Além disso, o fato da história ser verídica também apreende o nosso olhar, sem contar a atuação de "John Hurt" como protagonista. O filme é ótimo, uma boa dica pras férias.